Existimos para glorificar a Deus e para servir uns aos outros no amor de Cristo. Queremos ser uma bênção na sua vida. Volte outras vezes! “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor”. Provérbios, 16:1.

17/02/2012

Palestra do Mark Dever no Mackenzie


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15/02/2012

Os 10 países que mais perseguem cristãos

O site Portas Abertas possui um ranking que posiciona cada país de acordo com a situação legal dos cristãos no local, atitude do regime político em relação à comunidade cristã, liberdade da igreja para organizar eventos, papel da igreja na sociedade, tratamento de cristãos considerados individualmente e outros fatores limitadores da vida de igrejas e cristãos. Confira os dez países onde os cristãos são mais perseguidos:
  
1º - Coreia do Norte 
2º - Afeganistão 
3º - Arábia Saudita 
4º - Somália 
5º - Irã 
6º - Maldivas 
7º - Uzbequistão 
8º - Iêmen  
9º - Iraque  
10º - Paquistão

Fonte: Portas Abertas

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Citações de João Calvino (4)

"Pois o que é mais destrutivo do que confundir os crentes bem fundamentados na sã doutrina com um novo gênero de doutrinamento, de modo que não sabem com certeza onde estão ou para onde vão? Por outro lado, a doutrina fundamental, que não pode ser subvertida, é aquela que aprendemos de Cristo. Porquanto Cristo é o único fundamento da Igreja. Mas são muitos os que usam o nome de Cristo como cegos, e reviram de ponta-cabeça a verdade univeral de Deus."
CALVINO, João. Exposição de 1 Coríntios (1Co 3.11), p.110-1.

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10/02/2012

Júlio Cezar - Tribute to Jaco Pastorius Teen Town

Júlio Cezar da Banda Catedral num vídeo engraçadíssimo demonstrando sua versatilidade e conhecimento musical. Segundo ele, "uma pequena homenagem ao grande Jaco Pastorius, por tudo que fez pelo meu instrumento o contrabaixo... Tirando a Bateria, foi somente usado baixos de diferentes modelos!!! Mais uma versão descontraída e bem humorada com a minha banda!!! A música é Teen Town e o vídeo é inspirado no filme "A Família Fuleira" do grande Jerry Lewis onde fazia vários personagens..."

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05/09/2011

A Igreja - Suas Bases Bíblicas

A IGREJA - SUAS BASES BÍBLICAS INTRODUÇÃO
De todas as instituições existentes no mundo, nenhuma provoca mais discussões, estudos, crítica e ataques do que a igreja. Mas, é verdade também, que nenhuma foi alvo de tanto amor, bênçãos e cuidados como a Igreja de Senhor Jesus Cristo.
O QUE É A IGREJA?
Sentido etimológico da palavra “EKKLESIA”: Significa a assembléia dos cidadãos de um estado livre, convocados e congregados a toque de trombetas pelas ruas da cidade (Atos 19.39). O povo judeu compreendia EKKLESIA (KAHAL - povo de Deus, congregado pela própria mão de Deus) como sendo a congregação de Israel reunida em pleno Tabernáculo, no deserto, ao som de uma trombeta de prata (Atos 7.38 e Heb. 2.12). Tem o sentido, portanto, de uma assembléia popular.
A Igreja Primitiva deu ao vocábulo a acepção comum de uma assembléia convocada em lugar público, literalmente “chamados fora” e convocados por Cristo.  
Portanto, podemos definir igreja como sendo a Comunidade dos santos, ou seja, a Comunidade dos que crêem e são santificados em Cristo, e que estão ligados a Ele, sendo Ele a sua Cabeça. Em Colossenses 1:24, Paulo chama a igreja de Corpo de Cristo, e ao lermos o texto de 1 Coríntios 12:12-27 fica bem claro o que Paulo queria dizer com isso. A figura do corpo humano transmite para nós a idéia da unidade dos crentes em Cristo.  
A IGREJA - CORPO DE CRISTO  
Como filhos de Deus, um dos grandes privilégios dos quais desfrutamos é o de pertencer à família de Deus: Efésios 2:19: “Assim já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus”. Essa família é a Igreja de Deus, formada por todos aqueles que, de coração, confessam o nome do Senhor Jesus.  
O FUNDAMENTO DA IGREJA  
A. Cristo, o Filho de Deus, ressurreto, a Rocha (Mt 16,16-18; I Co 15,13,14; I Pe 2,4-8). Jesus Cristo é a vida essencial da Igreja (I Co 12,12,13; cf. 1,13); 
B. Apóstolos e profetas, ou seja, a Bíblia (Ef 2,20), por eles escrita e interpretada; 
C. O Evangelho (Gl 1,8,9), que oferece salvação eterna pela fé em Cristo como Senhor (Ef 2,8; II Co 4,5);  
D. O Espírito Santo, sendo que sem Ele, a Igreja não passa de ser uma organização totalmente humana (Rm 8,9; Jo 3,5,6).  
PROPÓSITO DA IGREJA  
A. Adoração a Deus (Jo 4,23; I Pe 2,4; Ap 1,6, “sacerdotes”, 5,11-14);  
B. Edificação (I Co 14,26, “seja tudo feito para edificação” e mútua exortação Hb 3,13; Cl 3,16); 
C. Evangelização (I Pe 2,9). “A Igreja existe por meio da sua missão como o fogo existe por meio dele queimar”.  
D. Unir tudo no céu e na terra sob a soberana autoridade de Jesus Cristo e de Deus, manifestar sua sabedoria por meio dela aos poderes do universo (Ef 1,10,23; 3,10), destruindo todas as barreiras na Igreja que é seu corpo com sinal do seu plano total (Ef 1,23; 2,1); E. Ser “feitura de Deus” para operar boas obras (Ef 2,10; Mt 5,14-16). 
QUALIDADES ESSENCIAIS DA IGREJA 
A. Fundamentada nas Escrituras Sagradas: 
A distinção que divide uma Igreja Evangélica da Igreja Católica Romana esta justamente na submissão às Escrituras e não à Tradição. A Bíblia é nossa única regra de fé e prática; o manual sempre disponível para indicar o certo e errado, como padrão imutável da vontade de Deus (Jo 5,39; 10,35; 14,23,26; At 17,11; II Tm 3,16);  
B. Unidade e Diversidade: 
1 - A Igreja não pode ser identificada como um indivíduo só, tal como um corpo não pode ser um membro apenas (I Co 12,14). Diversidade é essencial à Igreja (I Co 12,15-30); 
2 - A Igreja é mais do que uma agremiação; é uma realidade espiritual mais do que a soma de suas partes (I Pe 2,9); 
3 - A unidade já existe por causa do único Espírio vital que forma de muitos membros um só corpo, Igreja, mas deve ser mantida na prática (Fp 2,2; 4,2,3; Ef 4,3); 
4 - Unidade é essencial à Igreja. Destruir a unidade da Igreja, declara Paulo, significa “dividir a Cristo” (I Co 1,13); quem destruir (Lit. corromper) o santuário que a Igreja forma, será por Deus destruído (I Co 3,16,17).  
C. Amor: 
1 - A Igreja, sendo família de Deus, é composta de filhos adultos que amam ao Pai e mutuamente se amam (Gl 4,6; I Jo 4,8; 3,16; I Co 13,1-4), deve agir na prática como uma família, com respeito e responsabilidade “uns com os outros” (Tg 2,15,16; I Jo 3,17); 
2 - O amor na Igreja é o sinal inconfundível do relacionamento que a Igreja tem com Cristo (Jo 13,34,35) e a atuação do Espírito na Igreja (Rm 5,5); 
3 - “O vínculo que nos une não é eclesiástico, nem uniformidade na maneira de adorar... mas comunhão no Amado”. 
A NECESSIDADE DA IGREJA 
1 - É necessária para que haja uma organização dos cristãos - Na igreja os cristãos podem servir a Deus e ao próximo de maneira organizada, sem desordem. O relato de Atos 6:1-7 exemplifica muito bem este ponto. 
2 - Oferece a oportunidade de comunhão - A comunhão dos crentes é uma ordem de Deus. Vejamos o que nos diz Hebreus 10:25: “Não deixemos de congregar-nos, como é o costume de alguns”. 
3 - Oferece condições para que o cristão seja doutrinado - Uma boa igreja deve ensinar a seus membros a doutrina bíblica, para que eles possam crescer na vida espiritual e ajudar outros. 
4 - Oferece oportunidade de adorar a Deus em comunidade - A adoração a Deus pode ser individual ou coletiva. O culto em grupo, com cânticos e louvor a Deus, tanto honra ao Senhor como contribui para nosso crescimento espiritual. 
5 - Oferece oportunidade de trabalhar para o Senhor - A igreja constitui um local onde podemos exercitar os dons que Deus nos deu. Ali podemos trabalhar, juntamente com outros, na pregação do evangelho e em outros projetos. I Pedro 4:10: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus”. 
COMO FAZER PARTE DA IGREJA? 
Atos 8:12-13: “Quando, porém, deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, iam sendo batizados, assim homens como mulheres. O próprio Simão abraçou a fé; e, tendo sido batizado, acompanhava a Filipe de perto, observando extasiado os sinais e grandes milagres praticados”. Ver também Atos 2:37-38. 
Atos 8:26-40 - Neste texto vemos que Filipe explicou as Escrituras ao eunuco etíope e anunciou-lhe a Jesus. O próprio eunuco teve a iniciativa de pedir para ser batizado e Filipe, então, encorajou-o a fazer uma confissão oral de sua fé. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Marcos 16:15-16).  
A) Os discípulos deveriam ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a todas as nações, a fim de levar as pessoas ao arrependimento e ao reconhecimento de Jesus como o Salvador prometido.  
B) Os que aceitavam a Cristo pela fé deveriam ser batizados em nome do Deus Trino, como sinal e selo do fato de que tinham entrado numa nova relação com Deus.  
C) Deveriam ser colocados sob o ministério da Palavra, não meramente como proclamação das boas novas, mas como exposição dos mistérios, privilégios e deveres da nova aliança. 
É claro que não é o batismo e nem o ato da confissão de fé que nos salva. Já vimos que a salvação nos é dada mediante o arrependimento e a fé em Jesus. Entretanto, a Bíblia nos mostra que devemos confessar publicamente a nossa fé e sermos batizados, pois estes atos nos identificam abertamente com a família de Deus, a igreja.

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Liberte-me com Misericórdia - Canção de John Piper

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26/08/2011

Citações de Agostinho (3)


"Todo o que encontrou a Deus e o tem benévolo é feliz. Todo o que ainda busca a Deus tem-no benévolo, mas ainda não é feliz. E, enfim, todo o que se afasta de Deus, por seus vícios e pecados, não somente não é feliz, mas sequer goza da benevolência de Deus".
. AGOSTINHO, A vida feliz, 3.21, p.142.

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Quarenta livros que fizeram a cabeça dos evangélicos brasileiros nos últimos quarenta anos

Toda lista é pessoal, e esta não é uma exceção, mas busquei seguir aqui critérios objetivos: livros que foram campeões de vendagem, citados e debatidos, que influenciaram e continuam influenciando os evangélicos brasileiros, livros muito lidos com alto índice de rejeição, e também os que hoje estão operando uma mudança paradigmática na cultura evangélica contemporânea. Escolhi no máximo um livro por autor e procurei incluir alguma diversidade cultural e de gênero literário, bem como denominacional e teológica, sem que isso nos tirasse do projeto original: listar os quarenta livros que, nos últimos quarenta anos, fizeram a cabeça do povo evangélico brasileiro. Ordenei a lista por ordem de importância: dos livros mais influentes aos menos influentes dentre os quarenta selecionados, independentemente da data. Divirta-se concordando ou discordando, corrigindo meus equívocos e fazendo sua própria lista.   1. “Mananciais no Deserto” -- Lettie Cowman [Betânia] Não há outro livro mais amado pelos evangélicos brasileiros. Este campeão de vendagem é um livro de leituras devocionais diárias que conquistou nosso país. O livro é, de fato, bom, mas desconfio que a tradução deu uma mãozinha.  2. “Uma Igreja com Propósitos” -- Rick Warren [Vida] O maior “best-seller” evangélico de todos os tempos é uma catástrofe literária. É ainda difícil calcular o dano que esta obra equivocada causou e ainda irá causar, com sua filosofia de ministério inteiramente vendida ao “Zeitgeist”, propondo a homogeneização das igrejas e um pragmatismo de dar medo.  3. “A Quarta Dimensão” -- David Paul Yonggi Cho [Vida] Este livro fez mais pelo movimento pentecostal no Brasil do que qualquer televangelista. O testemunho bem escrito do pastor coreano que vive cercado de milagres causou “frisson” até mesmo nos grupos mais conservadores. Seu modo de ver a vida com Deus e o ministério marcaram as últimas décadas.  4. “A Agonia do Grande Planeta Terra” -- Hall Lindsay [Mundo Cristão] Calcado no pré-milenismo dispensacionalista de Scofield, este “best-seller” apocalíptico empolgou os profetas do fim do mundo no Brasil, com sua interpretação literalista imprudente e seu patriotismo norte-americano acrítico. Lindsay foi o arauto de três décadas das mais absurdas especulações escatológicas em nossas igrejas.  5. “O Ato Conjugal” -- Tim e Beverly La Haye [Betânia] Sexo é um assunto importante, e o povo ansiava por uma orientação em face da revolução sexual dos anos 60. Daí o sucesso de um livro bem escrito como este, didático e conservador, ao gosto da moral evangélica, mas sem ser inteiramente obtuso. Mesmo assim, muitos o chamaram de pornográfico. Nada mais injusto.  6. “Este Mundo Tenebroso” -- Frank Peretti [Vida] A ficção convence mais rápido. Revoluções acontecem inspiradas por romances, e não por tratados filosóficos. Peretti, com seu horror cristão, nos ensinou o significado da batalha espiritual nos anos 80, reencantou o submundo evangélico, inspirou pregadores e, o que não é nada ruim, motivou muitos adolescentes a ler obras de ficção bem melhores.  7. “A Morte da Razão” -- Francis Schaeffer [ABU] A intelectualidade evangélica adotou este livro como alicerce nos anos 70, para enfrentar o existencialismo, o movimento “hippie”, o marxismo e a contracultura em geral. O livro convencia que o cristianismo não era incompatível com o estudo e a reflexão. É um pena que Schaeffer estivesse tão equivocado em suas idéias centrais.  8. “Celebração da Disciplina” -- Richard J. Foster [Vida] Este clássico da espiritualidade cristã, escrito por um quacre, fez um tremendo sucesso no Brasil a partir dos anos 80. É excelente, mas será que todos que o compraram de fato o leram? Gostaria de perceber uma maior influência das idéias de Foster em nosso povo, mais oração, silêncio, calma, estudo, empenho, enfim, disciplina espiritual.  9. “De Dentro para Fora” -- Larry Crabb [Betânia] Os livros devocionais evangélicos de viés psicológico ou de auto-ajuda são os títulos que mais vendem. Dentre eles, alguns se destacam não só por serem campeões de vendagem, mas porque são os melhores do gênero. Crabb é o melhor autor do gênero e este é seu melhor livro, que impactou o nosso povo nos anos 90. 1 0. “Louvor que Liberta” -- Merlin R. Carothers [Betânia] Este pequeno e poderoso manifesto em forma de testemunho revolucionou, nos anos 70, o louvor e a adoração no Brasil. O bom capelão ensinou a todos nós a espiritualidade da adoração, o poder do louvor, impulsionando as guerras litúrgicas que marcariam a vida de nossas comunidades a partir de então.   11. “Vivendo sem Máscaras” -- Charles Swindoll [Betânia] Outro “best-seller” devocional dos anos 90, de viés psicológico e de auto-ajuda, com o vigor característico das obras de Swindoll, escritas a partir de suas pregações. Muitos se sentiram não apenas edificados, mas tocados e transformados.  12. “A Cruz e o Punhal” -- David Wilkerson [Betânia] Outro opúsculo dos anos 70 que, na forma de um testemunho pessoal, inspirou os jovens evangélicos a uma fé mais comprometida. Curiosamente, não levou as igrejas a um investimento em missões urbanas, idéia que permeia todo o livro. Talvez o Brasil evangélico dos anos 70 não estivesse pronto para missões urbanas.  13. “Crer é Também Pensar” -- John Stott [ABU] Stott é um ícone no Brasil, um nome respeitado pela sua erudição e sua notável produção literária, apesar de estar invariavelmente sob suspeita de heresia pelos mais neuróticos. O fato é que a qualidade de seus livros varia. Seu excelente “Ouça o Espírito, Ouça o Mundo” merece mais atenção. Já o opúsculo selecionado, tão conhecido desde os anos 70, não tem muito a dizer além do título.  14. “O Senhor do Impossível” -- Lloyd John Ogilvie [Vida] Outro devocional que emplacou no Brasil nos anos 80, não sem méritos. É o maior sucesso do autor, ainda que inferior a “Quando Deus Pensou em Você”, que o antecedeu. O livro estimula a fé e nos faz mais esperançosos, apesar da teologia rasa.  15. “A Família do Cristão” -- Larry Christenson [Betânia] Antes de Dobson e tantos outros, Christenson já era “best-seller” nos anos 70. Pioneiro entre os que se pretendem auxiliares da vida familiar cristã, ele foi estudado nos lares por grupos e células, em escolas dominicais etc. Sua eficácia é comprovada.  16. “O Jesus que Eu Nunca Conheci” -- Philip Yancey [Vida] Os anos 90 assistiram ao aparecimento de um dos mais argutos e estimulantes autores evangélicos de todos os tempos: o audaz Yancey, que começou a apontar para o paradigma emergente em livros como “Alma Sobrevivente”, “Descobrindo Deus nos Lugares mais Inesperados”, “Maravilhosa Graça”, “Rumores de Outro Mundo”, “Decepcionado com Deus” e tantos outros livros excelentes. E o mais conhecido e lido parece ser mesmo “O Jesus que Eu Nunca Conheci”.  17. “O Discípulo” -- Juan Carlos Ortiz [Betânia] Poucos livros foram tão impactantes nos anos 70 quanto esta obra que, excepcionalmente, não vinha do mundo anglo-saxão, mas da Argentina. Por isso mesmo, Ortiz tinha uma outra linguagem, um discurso que convencia os jovens brasileiros da seriedade e do valor de se tornar mais do que um mero freqüentador de igrejas, um genuíno discípulo de Cristo.  18. “Bom Dia, Espírito Santo” -- Benny Hinn [Bompastor] O neopentecostalismo brasileiro é, em grande parte, de inspiração norte-americana. Talvez o nome mais importante nesse processo seja o do “showman” evangélico Benny Hinn, que desde os anos 90 assombra os norte-americanos pela televisão com seus feitos espetaculares. Mesmo quem não o leu conhece sua influência no Brasil.   19. “O Refúgio Secreto” -- Corrie Ten Boom [Betânia] O testemunho desta nobre senhora holandesa encantou também o Brasil, onde seu livro foi um grande sucesso nos anos 70. Suas aventuras durante a Segunda Guerra Mundial, sob o pano de fundo de sua educação em um lar cristão, são comoventes e inspiradoras.   20. “A Autoridade do Crente” -- Kenneth Hagin [Infinita] Hagin foi um divisor de águas no mundo evangélico, pois desde sua influência os crentes “tomam posse”, “determinam”, “amarram” e “exigem”. Uma nova forma de falar se fez presente, o que gerou muitas novas piadas também.  21. “Entendes o que Lês?” -- Fee e Stuart [Vida Nova] Que bom que um livro sério como este foi tão lido e estudado no Brasil. Trata-se de um compêndio de hermenêutica bíblica sem complicações, em linguagem acessível, adotado por quase todos os seminários e estudado até mesmo nas EBD’s e pequenos grupos. Este livro fez muito pela educação bíblica dos evangélicos brasileiros.  22. “Culpa e Graça” -- Paul Tournier [ABU] Não há, com raras exceções, psicólogo cristão que não considere este livro um fundamento e um marco do pensamento cristão. Mas ele não se limita a isso, tendo tido considerável influência na teologia evangélica brasileira nos anos 90, preparando nosso povo para o paradigma emergente do século 21.   23. “Novos Líderes para Uma Nova Realidade” -- Caio Fábio D’Araújo Filho [Vinde] Este opúsculo foi, se não o mais lido, certamente o mais importante dos numerosos livrinhos do pastor Caio Fábio, fenômeno de popularidade no Brasil nos anos 80 e 90, pastor midiático, influente, contundente, imitado, adorado e odiado. Caio nos ensinou a ver as coisas de outro jeito, e seu legado não vai desaparecer.   24. “Vida Cristã Normal” (ou “Equilibrada”, na reedição) -- Watchman Nee [Editora dos Clássicos] O controverso evangelista e autor chinês Nee teve muita influência nos anos 70 e 80, com sua visão mística do que significa ser um cristão evangélico conservador. Este livro foi seu maior sucesso, um comentário de Romanos, ainda que seu livro mais objetivo e claro seja “A Liberação do Espírito”.  25. “É Proibido” -- Ricardo Gondim [Mundo Cristão] Gondim é um dos melhores e mais polêmicos autores evangélicos contemporâneos. Seus livros, como Eu Creio, Mas Tenho Dúvidas, O que os Evangélicos (Não) Falam, Orgulho de Ser Evangélico, são sempre interessantes. Nenhum, porém, foi tão influente e marcante como “É Proibido”, um verdadeiro libelo anti-legalista. 2 6. “Conselheiro Capaz” -- Jay Adams [Fiel] Adams era uma pessoa muito simpática. Sua escola de aconselhamento cristão é muito antipática. Diferentemente de Crabb, por exemplo, problemas emocionais têm origem fisiológica ou pecaminosa. Por isso, é preciso confrontar as pessoas e insistir na mudança do seu comportamento. Foi um sucesso nos anos 80. Haja behaviorismo!   27. “Quebrando Paradigmas” -- Ed René Kivitz [Abba Press] Este livro foi decisivo para que os evangélicos brasileiros começassem a enxergar a outra margem do rio, a margem pós-evangélica do paradigma emergente. Kivitz é um autor surpreendente e notável, de mente dinâmica e arejada, que propõe importantes rupturas e renovações, como em seu outro livro “Outra Espiritualidade”.  28. “O Amor Tem Que Ser Firme” -- James Dobson [Mundo Cristão] O conhecido “Dr. Dobson” é pensador e autor de grandes qualidades e grandes defeitos. Seus livros, como “Educando Crianças Geniosas”, ajudam famílias e promovem uma espécie de teologia aplicada que merece atenção. Há, porém, muito que não se deveria levar a sério, já que vai contra o que há de mais consagrado na psicologia moderna.  29. “Supercrentes” -- Paulo Romeiro [Mundo Cristão] O autor de “A Crise Evangélica” tem talento e tem algo a dizer. Seus textos, especialmente o famosos “Supercrentes”, têm apontado para os exageros e enganos de muitas posturas comuns no meio evangélico contemporâneo.  30. “Cristianismo e Política” -- Robinson Cavalcanti [Ultimato] Trata-se de um clássico. Este livro está nas origens de toda reflexão política evangélica. Robinson é importante por outras questões, como seus livros sobre sexualidade (“Uma Bênção Chamada Sexo”, “Sexualidade e Libertação”), mas sua contribuição permanente é o estímulo que deu à reflexão política evangélica. 31. “O Evangelho Maltrapilho” -- Brennan Manning [Mundo Cristão] Não há outro autor mais importante no meio evangélico nos últimos dez anos do que Brennan Manning. Seus livros devocionais, como “O Impostor que Vive em Mim”, “A Assinatura de Jesus”, “O Obstinado Amor de Deus”, estão transformando radicalmente a maneira como os evangélicos entendem a vida cristã. Eu fico muito grato.  32. “O Pastor Desnecessário” -- Eugene Peterson [Mundo Cristão] Peterson é muito estimado no meio evangélico brasileiro e um dos autores mais bem avaliados dos últimos tempos. Responsável por projetos como “The Message” (excelente paráfrase bíblica), tem nos galardoado com obras como “Corra com os Cavalos”, “A Oração que Deus Ouve”, “A Vocação Espiritual do Pastor”, “Transpondo Muralhas”, entre outros. Selecionei o que talvez seja o mais importante.  33. “Poder Através da Oração” -- E. M. Bounds [Batista Regular] Nos anos 70, quando não havia ainda bons livros sobre oração, como o de Richard Foster ou o de Eugene Peterson, os livros de Bounds sobre oração circulavam de mão em mão, trazendo avivamento às igrejas. Hoje Bounds está quase esquecido. Quase.  34. “Cristo é o Senhor” -- Dionísio Pape [ABU] No fim dos anos 60 e começo dos anos 70, o nome de Pape se destacava pela espiritualidade, profundidade e sucesso ministerial. Seu opúsculo “Cristo é o Senhor” levou muitos à consagração e ao ministério.   35. “O Caminho do Coração” -- Ricardo Barbosa [Encontro] Barbosa (junto com Osmar Ludovico, James Houston e outros) é responsável pelo retorno ao interesse pela mística cristã em nosso país. Seus livros nos ensinam uma outra atitude não somente em relação à vida, mas também em relação à teologia. Uma atitude contemplativa.   36. “O Novo Testamento Interpretado” -- R. N. Champlin [Hagnos] Não privilegiei obras teológicas e comentários bíblicos nesta lista porque tais livros, em geral, não vendem bem e sua influência é pequena. Uma exceção precisava ser feita em relação ao favorito das bibliotecas. O empenho exaustivo de Champlin precisava ser lembrado, pois ainda vende bem e é o comentário primordial dos evangélicos.  37. “Icabode” -- Rubem Martins Amorese [Ultimato] Este livro pode não ter sido tão lido quanto é citado, mas definiu um novo tipo de reflexão cristã no Brasil, que propõe diálogo com a cultura em outro nível que não o da evangelização, e sim o da discussão de valores e princípios que podem levar nossa sociedade para um patamar melhor ou pior. É uma boa influência.  38. “A Bíblia e o Futuro” -- Anthony Hoekema [Cultura Cristã] Este estudo do Apocalipse cresceu em importância no Brasil em uma época em que quase não havia obra que fizesse uma defesa do amilenismo, apesar dos pouco conhecidos esforços de Harald Schally. O livro provocou conversões em massa a partir dos anos 80, e a escatologia nunca mais foi a mesma no Brasil.  39. “Cristianismo Puro e Simples” -- C. S. Lewis [Martins Fontes] Também conhecido como “Mero Cristianismo”, a busca de Lewis pelo denominador comum da fé cristã impacta brasileiros desde os anos 70. Seleciono o livro simbolicamente, já que Lewis não poderia ficar de fora, seja por causa de “Os Quatro Amores”, “Milagres”, “Cartas do Inferno” ou “As Crônicas de Nárnia”.  40. “A Mensagem Secreta de Jesus” -- Brian D. McLaren [Thomas Nelson] Em 2007 o leitor evangélico brasileiro foi surpreendido por este livro do mesmo autor de “Uma Ortodoxia Generosa”. Fiquei admirado ao ver como todos passaram a conhecer e a comentar a obra de McLaren, que representa melhor do que ninguém o paradigma teológico evangélico emergente. Não dá pra não ler. Autor: Ricardo Quadros Gouvêa é ministro presbiteriano e professor de teologia e de filosofia. Fonte: Ultimato.

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16/03/2011

Lançamento FIEL - Finalmente Vivos - John Piper



Finalmente Vivos - John Piper
Neste livro, o pastor John Piper, com sua reconhecida habilidade, resgata a preciosa doutrina do novo nascimento e a expõe de uma forma clara e prática. Sempre fundamentado nas Sagradas Escrituras, o autor, no decorrer da obra, procura responder cinco questões principais a respeito do novo nascimento:

- O que é o novo nascimento?

- Por que devemos nascer de novo?

- Como acontece o novo nascimento?

- Quais são os efeitos do novo nascimento?

- Como podemos ajudar os outros nascer de novo?

Em suma, este livro fala o que Deus faz em nossas vidas para que possamos exclamar que somos "finalmente vivos"!

Finalmente Vivos! from Editora Fiel on Vimeo.


Leia um trecho do Livro

Visite o site da FIEL

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23/02/2011

II Congresso Internacional de Religião, Teologia e Igreja

Para inscrição acesse: http://www.mackenzie.br/congresso_religiao2011.html

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01/10/2010

A Doutrina das Sagradas Escrituras

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em Cristo Jesus. Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra” (II Tm. 3.14-17).
INTRODUÇÃO
As religiões de modo geral têm seus livros considerados como sagrados. Exemplos: Os muçulmanos têm o Alcorão; os hinduístas têm o Bhagavad Gita. Nós, os cristãos, temos a Bíblia. Ressaltamos, entretanto, que nenhum desses livros não são revelações do Deus Eterno. Somente a Bíblia é a Palavra de Deus, nossa única regra de fé e prática. Sendo assim, a Bíblia nos orienta em relação ao que se deve crer e ao que se deve fazer.
O Cristianismo tem por base a Revelação de Deus ao homem. Se Deus não se revelasse, o homem não estaria em condição de conhecê-lo. Temos duas diferenças importantes no que diz respeito a religião: A religião comum é aquela em que o homem acha a Deus; já a religião revelada na Bíblia é aquela em que Deus acha o homem, proporcionando ao mesmo um verdadeiro conhecimento a Seu respeito, ainda que tal conhecimento seja limitado.
1 - REVELAÇÃO GERAL DE DEUS: Não vem ao homem diretamente por comunicações verbais. É a forma primeira que Deus tinha para manifestar-se ao homem através de toda a sua criação (Sl 19; Rm 1,20). No entanto, tal revelação tornou-se insuficiente por causa do pecado do homem (Rm 3,23; Cl 1,13; I Jo 1,8; Rm 1,18,25; Ef 4,18). Com isso a revelação geral de Deus não é mais digna de confiança, porque foi também afetada pelas conseqüências do pecado.
2 - REVELAÇÃO ESPECIAL DE DEUS: Como já dissemos o pecado impediu o verdadeiro conhecimento que o homem poderia ter a respeito de Deus através da natureza. Foi preciso que Deus se revelasse de forma especial. A Bíblia, portanto, é o livro da revelação especial de Deus - a Sua Palavra. Jesus Cristo é a revelação máxima de Deus. Em Cristo o homem pode ser resgatado do pecado e voltar a comunhão com Deus. A Bíblia não é meramente um narrativa histórica, mas é o falar perene de Deus ao homem. O fato é que Deus se revelou e que sua revelação se acha escrita.

DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
A palavra Bíblia vem do grego “Bíblos”, que significa livros. A Bíblia foi escrita por cerca 36 homens, inspirados por Deus, num período de aproximadamente 16 séculos e em vários estilos literários (2 Pe 1,21). Foi escrita em duas línguas: Hebraica e grega, com alguns poucos textos do Antigo Testamento em aramaico (Esdras 4,8-6,18; 7,12-26; Jer 10,11; Dn 2,4-7,28).
Portanto, o cânon da revelação divina é constituído dos livros que compõem o Velho e o Novo Testamentos. A palavra cânon significa regra. Determinar o cânon das Escrituras é ter toda a regra que Deus nos deu para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar.
Foi em 1546, no Concílio de Trento, que mais 7 livros foram acrescentados aos 66 já existentes. Pelo fato de seu conteúdo não concordarem com os demais ensinamentos dos outros, e pelo fato de não constarem do original, não foram aceitos como canônico - são os chamados livros “apócrifos” (Ap 22,18,19). São eles: I e II Macabeus, Judite, Tobias, Baruque, Eclesiástico e Sabedoria.
O Antigo Testamento possui 39 livros e o Novo Testamento 27. O Antigo descreve a criação e a história do povo de Israel até a vinda do Messias. Já o Novo fala da vinda do Messias - Jesus Cristo - sua vida, sua morte e sua ressurreição, a história dos apóstolos e dos demais discípulos, da Igreja Primitiva e da segunda volta de Jesus.

DIVISÃO DO ANTIGO TESTAMENTO
1 - LIVROS DA LEI (Pentateuco): Gn; Ex; Lv; Nm; Dt = 05
2 - LIVROS HISTÓRICOS: Js; Jz; Rt; Ie II Sm; I e II Rs; I e II Cr; Esd; Nee; Est = 12
3 - LIVROS POÉTICOS: Jó; Sl; Pv; Ecl; Cant = 05
4 - LIVROS DOS PROFETAS MAIORES: Is; Jr; Lm; Ez; Dn = 05
5 - LIVROS DOS PROFETAS MENORES: Os; Jl; Am; Ob; Jn; Mq; Na; Hc; Sf; Ag; Zc; Ml = 12

DIVISÃO DO NOVO TESTAMENTO
1 - EVANGELHOS: Mt; Mc; Lc; Jo = 04
2 - LIVRO HISTÓRICO: At = 01
3 - CARTAS PAULINAS: Rm; I e II Co; Gl; Ef; Fp; Cl; I e II Ts; I e II Tm; Tt; Fm = 13
4 - CARTAS GERAIS: Hb; Tg; I e II Pe; I, II e III Jo; Jd = 08
5 - LIVRO PROFÉTICO: Ap = 01

DEFININDO TRÊS PALAVRAS IMPORTANTES
Há três vocábulos que nos ajudam a compreender mais facilmente alguns aspectos relacionados com o registro e o ensino da Bíblia como Palavra de Deus. Vejamos:
1 - REVELAÇÃO - É o ato pelo qual Deus se deu a conhecer ao homem. Deus foi quem tomou a iniciativa; do contrário o homem não teria condições de conhecê-Lo, por causa do pecado (Rm 6,23; 3,23; Is 59,2). É o ato pelo qual Deus manifestou à criatura sua Pessoa e o seu plano salvador (Hb 1,1,2);
2 - INSPIRAÇÃO - É o ato pelo qual Deus, mediante o Espírito Santo, influenciou e guiou os escritores sagrados para que registrassem fielmente os atos e as palavras de seu plano de salvação (II Tm 3,16,17; II Pe 1,21; Ex 17,14). A Bíblia é e continuará sendo a Palavra de Deus pelo fato de sua inspiração. A Bíblia é inspirada num sentido único e divino, e não no sentido literário e poético. Algumas provas de sua inspiração: A) Sua unidade na diversidade; B) Cumprimento das profecias; C) Transformação do caráter humano; D) Consciência do crente - sua fé;
3 - ILUMINAÇÃO - É o ato pelo qual Deus, pela ação do Espírito Santo, esclarece os leitores da Bíblia, capacitando-os a compreenderem a verdade das Escrituras. O Espírito Santo é quem nos ensina (Jo 14,26). Sem a revelação o pecador jamais chegaria a conhecer a Deus; sem a iluminação jamais chegaria a conhecer a verdade revelada (I Co 2,14).

A IMPORTÂNCIA DAS ESCRITURAS SAGRADAS
Já se passaram mais de dois mil anos depois de ter sido escrita a Bíblia, mas o seu valor continua o mesmo, visto que ela é inspirada pôr Deus, sendo, portanto, digna de total confiança. A melhor maneira de expressar esta importância é pela nossa reação diante dela. Nós não devemos adorá-la, mas vamos adorar ao Deus que se revela em suas páginas. Nós devemos estudá-la com dedicação, paciência e boa vontade. Devemos ensiná-la aos que não a conhecem e/ou não a entendem, com criatividade e fidelidade à própria Escritura. Devemos também obedecer às suas ordens, encarnar seus princípios, viver seus ensinamentos. Assim, seguiremos o bom exemplo de Esdras: “Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a lei do Senhor e para a cumprir e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos” (Ed 7,10).

DISPOSIÇÕES RELEVANTES PARA O ESTUDO
FÉRTIL DA PALAVRA DE DEUS

1 - Espírito reverente para com a Palavra - Sl 119,18; I Ts 2,13; Is 66,12;
2 - Ter amor pela Palavra - Sl 119,47,97;
3 - Reconhecer a sua inspiração - II Tm 3,16; 1,20,21;
4 - Saber que o objetivo central da revelação Divina é Jesus Cristo - Jo 5,39; 20,30,31;
5 - Que o intérprete por excelência é o Espírito Santo - Jo 14,25; 16,13; I Co 2,12-16;
6 - Ser ávido e diligente no estudo da Palavra - At 8,27-31; 17,10,11;
7 - Saber que a Palavra de Deus nos fortalece - I Jo 2,14; Sl 119,28;
8 - Oferece certeza da salvação - I Jo 5,13;
9 - Saber que a Palavra de Deus nos orienta nas decisões da vida - Sl 119,105;
10 - Saber que a Palavra de Deus nos alimenta espiritualmente - I Pd 2,2;
11 - Saber que a Palavra de Deus nos dá sabedoria - Sl 119,98-100.

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27/08/2010

John Piper no Brasil 2011

John Piper, pastor da Bethlehem Baptist Church, em Minneapolis/Minnesota, EUA e um dos mais importantes autores cristãos da atualidade, estará pregando de 5 a 7 de outubro de 2011 na Conferência Fiel, que tradicionalmente ocorre em Águas de Lindóia, no interior paulista. Piper também estará pregando em São Paulo na Universidade Presbiteriana Mackenzie nos dias 7 e 8 de outubro de 2011. E no Rio de Janeiro ele pregará na manhã de 9 de outubro de 2011. Nessas duas ocasiões, pastores e líderes brasileiros oferecerão workshops tratando de temas vinculados aos escritos de Piper, assim como haverá o funcionamento de uma livraria, com a venda de livros das principais editoras evangélicas com bons descontos.

Esta semana, na terça-feira 24 de agosto, participamos de um encontro de pastores e líderes ocorrido nas dependências da Igreja Presbiteriana da Gávea, para formalizar uma aliança para alugar um espaço para receber este evento naquela cidade e estabelecer uma agenda de cooperação. Estas são as igrejas e ministérios representados por pastores e líderes que participaram deste encontro:

Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida/Barra da Tijuca
Assembléia de Deus Venda da Cruz
Igreja Batista Betel de Mesquita
Igreja Batista Bíblica da Tijuca
Igreja Batista Central de Iguaba Grande
Igreja Cristã da Aliança
Igreja Presbiteriana da Gávea
Igreja Presbiteriana da Piedade
Ministério Atos 29

Depois de um tempo de apresentações, meditação na passagem da Escritura de 2Coríntios 5.14-21 e oração, Rick Denham, presidente da Fiel, falou um pouco sobre as oportunidades de missões e evangelização que se abrem aos brasileiros no estrangeiro. Mas enfatizou que somente por meio de uma recuperação doutrinal poderemos impactar o Brasil e o resto do mundo. Tendo falado um pouco sobre o bom testemunho que o ministério “Juntos pelo Evangelho” tem oferecido nos Estados Unidos, ele tratou da vinda de Piper como uma oportunidade para as igrejas representadas na reunião oferecerem um testemunho de unidade naquela cidade. Depois, Leonardo Sahium aprofundou os desafios de um testemunho de união numa cidade partida, como o Rio de Janeiro, conduzindo a parte final da reunião, onde os pastores decidiram por alugar um centro de convenções com capacidade para duas mil pessoas, onde ocorrerá o evento em outubro do próximo ano.

Para os próximos meses, mais detalhes serão oferecidos, seja da conferência Fiel que ocorrerá em 2011, como dos encontros na Universidade Mackenzie e no Rio de Janeiro. Mas, desde já, pedimos aos amados leitores que se lembrem não só do ministério da Fiel, mas destes preciosos amigos e irmãos do Rio, para que esta aliança firmada nesta semana frutifique debaixo da poderosa graça de Deus.
Fonte: Blog da Editora FIEL

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16/08/2010

EBF - "O Maior Espetáculo da Terra" - Congregação Presbiterial Central de Mesquita

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Poder em meio às tribulações

Os sofrimentos e os problemas que fazem parte de nossa vida são uma preparação para o trabalho que Deus quer nos dar. A Bíblia nos diz que é através das tribulações que Deus nos habilita a consolar aqueles que estão passando por dificuldades: A Bíblia diz: “É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus”.
Podemos ajudar alguém mais eficientemente quando já experimentamos o que aquela pessoa está passando, e podemos consolá-la porque já fomos consolados.
Muitas pessoas passam por dificuldades a ponto de pensarem que vão perecer. Mas quando passamos por situações que parecem não ter fim nem solução, precisamos ter paciência e perceber que Deus está presente. Mesmo em meio às incertezas da vida, ele nos ensina e capacita.
Embora não seja fácil, devemos receber as tribulações com otimismo, sabendo que o Deus da consolação nos ajuda e consola em todas as situações. Por meio do sofrimento somos preparados para que também consolemos; descobrimos que somos frágeis, embora pensemos o contrario. Além disso, muitos darão graças a Deus ao saber o que Deus está realizando em nossa vida.
Deus não nos abandona em meio às fornalhas acessas da vida. Deus não foge de nós no crepitar do fogo. Ele está conosco em todos os momentos. Ele é o nosso consolo em meio às situações adversas.
Você não está só, Deus está com você em meio aos vales sombrios da vida.
Mude hoje mesmo o foco de sua vida. Não olhe para as dificuldades. Olhe para Deus e o que Deus fará por meio delas.
Em cada situação, em cada dificuldade que você enfrentar, Deus lhe concederá a sua infinita graça para você suportar e vencer.
Medite:
“Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2 Co 12.9).

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14/08/2010

Convite: Marina - A vida por uma causa


Para os amigos da região de Campinas, fica o convite.
Importante ressaltar... Não se trata de um encontro "político", mas da celebração da biografia de uma evangélica que já entrou para a história com sua luta e determinação, independentemente dos resultados das eleições deste ano.

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